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Proposta de direção e produção de um projeto audiovisual seu. Referência: a cena do piano em Top Gun: Maverick. Abaixo tem o conceito, o que entra na entrega e o valor.
Para o Arthur
Escolhemos uma das suas canções e gravamos ela acontecendo dentro de uma sala com gente. Som ao vivo, sem playback. Uma diária de gravação. Sai disso um vídeo oficial em 4K, fotos e, se você quiser, os bastidores.
A referência
É a nossa régua. Não pela música e nem pelo filme, e sim pelo conceito. Tudo ali parece que estava acontecendo e alguém teve a sorte de filmar. Abaixo está o que faz aquilo funcionar, e que a gente traz para o seu projeto.
A cena acontece dentro de um lugar que já existia, com o instrumento no meio do salão. Não tem tablado, não tem refletor apontado, não tem nada que grite “aqui é uma gravação”.
Isso é referência, não é para copiar. A gente procura um lugar que faça sentido para a sua música e cria a composição em cima dele.
Todo mundo canta. Bate na madeira, grita, ri, encosta no ombro do cantor, entra no quadro e sai. Tem gente de pé no banco, gente de copo na mão, gente que erra a letra. Não é figuração parada: é gente que já se conhece e está junta num lugar que elas frequentam.
É o que mais muda o resultado. A escolha das pessoas que entram na roda importa tanto quanto a câmera, e é um trabalho de direção, feito antes do dia da gravação.
A câmera está dentro do círculo, na mão, junto, suja de gente passando na frente. Lente aberta, perto do rosto. Nada de grua, nada de slider bonitinho, nada de cobertura “de clipe”. O corte fica curto quando a energia sobe e segura quando o rosto entrega.
E acaba onde a cena acaba de verdade: no grito, no aplauso, na risada de quem estava ali. Nunca num fade preto.
O seu som é outro: canção autoral, folk, violão e voz, letra que a galera canta junto. Então a tradução não é um bar americano dos anos 50. É um lugar com história e com madeira (uma casa, um galpão, um estúdio velho, um salão de igreja antigo, uma varanda à noite), cheio de gente que já conhece as suas músicas.
Som gravado ao vivo, com a imperfeição que vem junto. Você no meio, a roda em volta, e a câmera sabendo a hora de sair de você e ir buscar o rosto de quem está cantando junto.
O que eu entrego
Quem dirige
Diretor audiovisual
Comecei em 2019, dentro da igreja, servindo todo dia com a câmera na mão. De lá para cá dirigi projetos que somam mais de 20 milhões de visualizações e trabalhei ao lado de nomes como Isaias Saad, Lis Avancini, Rachel Novaes e a Família BRAVE.
Também fundei a Vision Pro Academy, onde formo diretores e filmmakers, e sou professor na BWS. O que me interessa num projeto não é o equipamento que vai ser usado. É se a coisa carrega verdade. Por isso esse formato me pegou: ele só funciona se for real.
Investimento
O projeto completo já vem fechado. Os bastidores são opcionais. Marque o que você quiser incluir e o total se ajusta na hora.
Os dois bastidores juntos somam R$ 2.000, total de R$ 12.000.
Leia antes de fechar
O valor acima cobre a direção, a equipe, os equipamentos e as entregas descritas. A locação do espaço onde vamos gravar não está inclusa e precisa ser combinada à parte. Esses itens abaixo também ficam fora e, se forem necessários, a gente orça separado:
Como funciona
Me chama que a gente escolhe a canção e começa a procurar o lugar.
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